Inmetro vai analisar brinquedo com suspeita de produto tóxico

Brasília – O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) vai definir na semana que vem em que laboratório será feito o exame dos brinquedos Bindeez. O produto foi recolhido nos Estados Unidos, Canadá e Austrália depois de constatada a existência de substância tóxica na composição.

O Inmetro começou uma fiscalização em lojas de todo o país para retirar os brinquedos das prateleiras e recolher amostras para análise. A venda está suspensa até que o resultado do exame aponte se o produto tem ou não o composto GHB, ácido gama-hidroxibutírico, uma substância entorpecente.

A ação é preventiva, segundo o diretor substituto da Qualidade do Inmetro, Paulo Coscarelli. "Ao contrário do que aconteceu no exterior, onde já foram registrados acidentes com crianças que ingeriram o brinquedo, aqui no Brasil a gente não tem registro nenhum", informou.

A distribuidora do brinquedo no Brasil, Long Jump, divulgou nota esclarecendo que o lote importado "é distinto dos enviados aos Estados Unidos, Canadá e Austrália, que apresentaram problemas nos componentes".

O Bindeez tem a certificação do Inmetro desde o primeiro semestre deste ano, mas não passou por um teste para detectar a existência de composto tóxico. O instituto informou que vai passar a adotar o exame como obrigatório a partir do ano que vem.

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