A situação é aparentemente melhor nesta manhã nos aeroportos de Congonhas e Internacional Governador André Franco Montoro, em Cumbica, Guarulhos-SP, conforme a assessoria de imprensa da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero). Em Congonhas, das 6 horas às 7 horas, dos 17 vôos programados, dois foram cancelados, mas ainda não há registro de atrasos superiores a uma hora. No entanto, 16 vôos de ontem ainda não saíram e não há por enquanto informações sobre essas partidas.

A Infraero lembra que Congonhas continua operando apenas pela pista auxiliar porque a principal permanece interditada e não há previsão de quando será reaberta. Só os investigadores da Aeronáutica e da Polícia Federal têm acesso a ela. Na via auxiliar, os pousos e decolagens acontecem obedecendo ao tamanho e ao peso das aeronaves.

Por volta das 7h30, começou a chover na região de Congonhas, mas a decisão de aterrissar ou não ali depende exclusivamente do piloto. Mais cedo, por volta das 6h36, o piloto do vôo 3539 da TAM, vindo de Belém, acabou arremetendo. A Infraero não soube dizer se esse avião já pousou em Congonhas mesmo ou o fez em outro aeroporto. Reiterou, no entanto, que esse tipo de manobra (arremeter) é rotineira e que o órgão sempre recebe, no fim do dia, um relatório das empresas aéreas informando sobre os vôos cujos pilotos preferiram adotar a medida.

No Aeroporto de Cumbica, Guarulhos, o quadro também é aparentemente mais calmo hoje em relação ao verificado no fim de semana. Ontem, os problemas foram provocados por causa do mau tempo na região sul do País. No sábado, o caos se estabeleceu em razão da pane no Cindacta-4, em Manaus. Dos 52 vôos previstos entre zero hora e 7 horas, 19 sofreram atrasos maiores do que uma hora e apenas um foi cancelado. Desde a abertura até agora, Cumbica não fechou e nem teve restrições nas operações de pouso e decolagens.