Rio – O fiscal Rômulo Gonçalves indiciado ontem pelo delegado Marcos David Salem, da Polícia Federal (PF), que o interrogou durante cinco horas, pelos crimes de manter conta no exterior sem declarar à Receita Federal (pena de dois a seis anos de prisão), sonegação fiscal (dois a cinco anos) e lavagem de dinheiro (três a dez anos). O advogado dos fiscais de renda acusados de participar do esquema de corrupção na Secretaria de Fazenda do Estado do Rio, Clóvis Sahione, reconheceu que os clientes poderão ser processados e condenados por ter conta no exterior sem comunicar à Receita Federal e sonegação fiscal. Os fiscais são suspeitos de terem, com um grupo de auditores da Receita Federal, US$ 33,4 milhões depositados no Discount Bank suíço.