São Paulo
(Das agências) – O empresário Carlos Eduardo Calfat Salem, de 60 anos, presidente do Instituto Calfat Salem, que mantém o programa Ação Criança, é acusado de esconder no quarto e no banheiro da estudante A.L.L., 15, quatro microcâmeras para vigiá-la enquanto tomava banho e se trocava. A denúncia foi feita anteontem pela menor, que descobriu as câmeras e chamou a polícia. A garota morava na casa do empresário no bairro de Campo Belo, na zona sul de São Paulo, há pelo menos seis meses. O empresário prestava um favor ao pai da adolescente, que é francês e mora em Paris. Em São Paulo, ele seria responsável por ela e pagava seus estudos e sustentos. A garota percebeu as câmeras escondidas quando estava no banheiro e estranhou que as gavetas do cômodo da pia eram fixas. Quando verificou melhor o balcão, percebeu duas câmeras instaladas em um local estratégico, de onde podia filmar o vaso sanitário e o box do chuveiro. No quarto, A. encontrou mais duas câmeras escondidas em pequenos orifícios no armário. “Na minha opinião ele sofre de um desvio psicológico, mas cabe à Justiça decidir isso”, frisou o delegado.
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