Defesa pede na Justiça anulação da Castelo de Areia

A defesa dos acusados da Operação Castelo de Areia pediu na Justiça anulação de toda a investigação da Polícia Federal (PF), rejeição da denúncia criminal contra quatro executivos da construtora Camargo Corrêa e absolvição sumária de duas secretárias da diretoria da empresa sob alegação de que as provas foram colhidas ilegalmente e que a origem do caso teria sido uma denúncia anônima. A defesa contesta o inquérito da PF e argumenta “inépcia da denúncia” com relação aos crimes de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

Os argumentos estão expostos em 267 páginas que compõem peças de defesa subscritas por três bancas de advocacia dirigidas pelos criminalistas Marcio Thomaz Bastos, ex-ministro da Justiça, Arnaldo Malheiros Filho e Celso Vilardi. Eles contestam principalmente a interceptação telefônica, autorizada judicialmente, por meio da qual a PF reuniu indícios contra os alvos.

A operação foi desencadeada no dia 25 de abril com a prisão dos quatro dirigentes da empreiteira – Pietro Bianchi, Fernando Dias Gomes, Dárcio Brunato e Raggi Badra Neto – e das secretárias Marisa Jaquinto e Darcy Flores Alvarenga. Por ordem da desembargadora Cecília Mello todos foram libertados em menos de 72 horas.

Siga a Tribuna no Google, e acompanhe as últimas notícias de Curitiba e região!
Seguir no Google
Voltar ao topo
O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Ao comentar na Tribuna você aceita automaticamente as Política de Privacidade e Termos de Uso da Tribuna e da Plataforma Facebook. Os usuários também podem denunciar comentários que desrespeitem os termos de uso usando as ferramentas da plataforma Facebook.