Defensoria quer explicação sobre internação de recrutas

A Defensoria Pública da União vai oficiar a Marinha, a secretaria municipal de Saúde do Rio de Janeiro e a direção do Hospital Naval Marcílio Dias, na zona norte da cidade, onde estão internados os 57 recrutas que tiveram uma síndrome respiratória durante treinamento do curso de formação de fuzileiros navais.

A medida, segundo o defensor público Daniel Macedo, é para esclarecer o que provocou a internação dos jovens, na quarta-feira, 17. A defensoria vai pedir à Secretaria informações sobre os exames de sangue realizados ontem.

Do hospital, o defensor espera obter os primeiros boletins médicos, da chegada dos jovens à unidade. A análise, segundo ele, é preliminar, mas pode resultar em ações individuais, por danos morais, ou coletivas, para coibir possíveis excessos por parte das Forças Armadas.

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