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Chefes da PRF entregam cargos em apoio à greve

Policiais rodoviários federais estão impedidos de fazer operações padrão

Policiais rodoviários federais que ocupam cargos de chefia no Rio de Janeiro entregaram hoje seus cargos à superintendência do órgão. O ato, realizado por 53 dos 56 chefes de departamento no Estado, foi feito em protesto contra o governo federal e em favor da greve da PRF, iniciada ontem e que vai até sexta-feira.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Rodoviários do Rio de Janeiro, Marcelo Novaes, enquanto a exoneração não for publicada no Diário Oficial da União, algo que deve demorar em torno de uma semana, a PRF continua com chefia em suas unidades.

Os três que ainda não entregaram seus cargos irão fazê-lo assim que voltarem para o Rio. Dois estariam em viagem e o outro estaria de férias.

“Os chefes de repartição aderiram à causa e fizeram um protesto contra o Ministério da Justiça, que disse que exoneraria qualquer funcionário que solicitasse a entrega cargo. Policiais em vários estados fizeram o mesmo e agora as superintendências vão ter que dar um jeito para montar novas chefias”, afirmou Novaes.

Devido a uma decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça), os policiais rodoviários federais estão impedidos de fazer operações padrão no país, sob pena de multa de 200 mil reais por dia à Federação dos Policiais Rodoviários Federais.

Os policiais pedem reestrutação da carreira e reajuste salarial. Além disso, eles pedem também que a progressão na carreira, concedida a 50% do efetivo por ano, seja ampliada para toda corporação. O salário inicial da PRF é de R$ 5.800.

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