Quatro celas disciplinares do Centro de Progressão Penitenciária (CPP) Dr. Rubens Aleixo Sendin, em Mongaguá, litoral sul do Estado de São Paulo, foram interditadas, a pedido da defensoria Pública de São Paulo. O relatório da defensoria e laudo do Instituto de Criminalística (IC) aponta que as celas estavam em condições desumanas, sem condições mínimas de higiene e manutenção dos detentos.

A informação de que os presos estariam vivendo em situações precárias chegou à Defensoria Pública através de denúncia anônima. Depois de denúncia anônima o Defensor Público Thiago de Souza, em visita ao local, constatou os seguintes problemas: as celas disciplinares são poucas e pequenas para uma demanda grande de presos; são escuras, com janela pequena, dificultando a entrada de luz natural ou ventilação e circulação de ar no ambiente. Thiago também verificou que o prédio que abriga as celas não dispõe de pátio para banho de sol.