Ceagesp só negocia se protesto acabar

A direção da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), na Vila Leopoldina, zona oeste de São Paulo, não vai negociar com os permissionários e caminhoneiros do entreposto enquanto a situação não se normalizar, afirmou a assessoria de imprensa da companhia, na manhã desta quinta-feira.

Por volta das 7 horas, um grupo de cerca de 200 pessoas fechou ao menos dois portões da Ceagesp, impedindo a entrada de caminhões. A situação ficou ainda mais tensa com os bloqueios que os manifestantes organizavam na pista local da Marginal do Pinheiros e na Avenida Gastão Vidigal. O policiamento foi reforçado na região.

Segundo o presidente da Associação dos Permissionários do Entreposto de São Paulo (Apesp), Eduardo Haiek, “estava marcada uma reunião para as 10 horas desta quinta-feira, entre o diretor da Ceagesp e representantes das associações para discutir sobre o adiamento da cobrança do estacionamento, decidido nesta quarta-feira”, explica. “Ficou acertado também que a Ceagesp iria abrir normalmente nesta quinta, mas fomos surpreendidos com a presença desses manifestantes, que ainda não foram identificados”, afirma.

A decisão do adiamento da cobrança de estacionamento de carros e caminhões na Ceagesp foi tomado depois de um protesto dos caminhoneiros e uma reunião entre os permissionários e o presidente da companhia, Mauro Maurici. Na conversa, os grupos ficaram de decidir por quantos dias vai valer a suspensão – a ideia é que não passe de 30.

A Ceagesp entrou na Justiça nesta quinta-feira, com mandado contra os manifestantes, segundo a assessoria. Ainda de acordo com a Ceagesp, a comercialização dos produtos está suspensa.

Siga a Tribuna no Google, e acompanhe as últimas notícias de Curitiba e região!
Seguir no Google
Voltar ao topo
O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Ao comentar na Tribuna você aceita automaticamente as Política de Privacidade e Termos de Uso da Tribuna e da Plataforma Facebook. Os usuários também podem denunciar comentários que desrespeitem os termos de uso usando as ferramentas da plataforma Facebook.