CCJ do Senado aprova o nome de Direito para o STF

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) aprovou, em votação secreta, o nome de Carlos Alberto Direito para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Foram 22 votos a favor e um em branco. Nas três horas e meia de sabatina na Comissão, Direito foi político ao responder sobre a utilização de células-tronco e sobre o aborto. "Acho que a vida deve ser preservada em qualquer circunstância, mas não se pode coibir que a ciência avance", observou Direito, que é católico praticante.

Na sabatina, ele chegou a chorar quando foi indagado sobre um processo em que seu filho teria atuado como estagiário, em uma causa analisada por ele no Superior Tribunal de Justiça. "Foi apenas um incidente processual. Foi feita a anulação do processo. Isso ocorreu há 11 anos, quando meu filho era estagiário. Hoje ele é juiz, com muita honra e dignidade", disse. Ao final da sabatina, ele voltou a se emocionar ao lembrar que "os novos cargos passam, as honras passam e o que ficam são os filhos; e os meus filhos são minha honra e alegria". O nome de Direito deverá ser apreciado ainda hoje pelo plenário do Senado, também em votação secreta.

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