Bebê atirado na lago tem fila para adoção

A menina resgatada sábado na Lagoa da Pampulha foi entregue ao Juizado da Infância e da Juventude de Belo Horizonte e ali ficará até que a Justiça decida seu destino.

Centenas de telefonemas foram dados à superintendente do hospital, Susana Rates, por interessados em adotá-la. O mais provável é que ela seja entregue a um casal de uma relação de voluntários para adoção em definitivo ou para uma situação de emergência

Exames neurológicos, de audição e de fundo de olho deram resultado normal, mas o que poderia levar uma mãe a uma ação como esta? "Um desespero muito grande", diz Suzana Rates. "Ou uma situação de insanidade.

A secretária municipal de Assistência Social de Belo Horizonte, Rosilene Cristina Rocha, diz que a mãe que não deseja seu filho deve contatar os conselhos tutelares ou o Juizado, mas muitas dessas mães não fazem isso porque sentem vergonha. Em casos assim, a opção muitas vezes é dramática."

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