Assessores abandonam Gilberto Gil

Brasília

– Mais uma crise está aberta no Planalto. Três assessores do Ministério da Cultura protocolaram na tarde de ontem pedido de demissão, em protesto contra a exoneração do secretário de Desenvolvimento de Programas e Projetos da pasta, Roberto Pinho. Assinaram a carta conjunta a presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Maria Elisa Costa, filha do fundador da instituição, Lúcio Costa; o coordenador do Projeto Monumenta, Marcelo Ferraz, e o assessor especial, o poeta Antônio Risério – companheiro de Gil tempos anteriores ao Tropicalismo. A carta protocolada no Ministério critica a gestão de Gil na Cultura, sobretudo na preservação do patrimônio cultural do País. “O cotidiano rasteiro da politicagem e da intriga faz as suas cobranças. E pode investir para tentar destruir pessoas grandiosas. Pessoas preciosas, como é, para nós, o companheiro Roberto Pinho. O que está sendo feito com ele nos deixa perplexos”, diz o documento. “A deslealdade, a mesquinharia na disputa pelo poder, a ignorância, o descaso por tudo aquilo que é social e culturalmente mais importante e profundo, nos afastam agora deste Ministério.”

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