O delegado da polícia federal Aldo Brande, acusado de provocar vazamento de informações sobre a Operação Xeque-Mate, desencadeada na segunda-feira da semana passada em seis Estados, não prestou depoimento nesta segunda-feira (11), como estava programado. De acordo com a assessoria da PF, ele justificou sua ausência alegando problemas de saúde e apresentou um atestado médico, no qual pede afastamento por 30 dias.

Também prestou depoimento o advogado João Arnar Ribeiro, que defende o ex-deputado estadual do Mato Grosso do Sul, Roberto Razuk, acusado de participação na máfia dos bingos que prestou depoimento na PF de Dourados, onde tem residência. Razuk responde a processo por estelionato, segundo as provas colhidas pela PF, ele deu como garantia de um empréstimo bancário, uma fazenda que não existe, no Pantanal.

Também estão sendo ouvidos o ex-titular da delegacia de ordem política e social de Mato Grosso do Sul, Marcelo Vargas, e o coronel da PM Marcos Antônio David dos Santos, membro do serviço de informação da PM, todos envolvidos direta e indiretamente com a máfia dos caça-níqueis.