O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, disse na tarde desta segunda-feira (7) à Agência Estado que apóia totalmente uma medida de redução dos depósitos compulsórios que as instituições financeiras são obrigadas a recolher ao Banco Central.

Numa rápida declaração, quando questionado pela AE, ele disse achar "bom" que esta medida seja adotada. Ele deu as declarações ao deixar o Palácio do Planalto, onde participou da divulgação do primeiro balanço do PAC. Os compulsórios dos depósitos à vista têm variado de 45% a 53%.