BC vende Banco do Maranhão para o Bradesco

O Banco Central realizou leilão, na manhã desta terça-feira, na Bolsa de Valores de São Paulo, para venda do Banco do Estado do Maranhão (BEM), que acabou ficando com o Bradesco. O maior banco privado do país ofereceu lance de R$ 78 milhões pelas 324.181.808 ações ordinárias oferecidas, e que equivalem a 89,95% do capital social do BEM.

Foi a terceira tentativa de venda do banco maranhense, feita pelo BC, desde que o BEM foi federalizado, em julho de 2000. Nas duas primeiras vezes não apareceram interessados. No atual processo, Bradesco e Itaú apresentaram lances em envelope fechado, e o Itaú se limitou a oferecer o preço mínimo fixado pelo BC, no valor de R$ 77,172 milhões.

Melhor para o Bradesco, que bancou um ágio de apenas 1,07% e arrematou a primeira desestatização do Governo Lula; anexou aos seus ativos as 76 agências e 201 pontos de atendimento do BEM no Maranhão. Mas, o maior atrativo, na verdade, são as contas do funcionalismo público estadual e dos municípios.

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