Suas formas são mais aerodinâmicas (o coeficiente de arrasto aerodinâmico, o Cx, é de 0,37) e as linhas proporcionam uma mistura de sofisticação e esportividade. Na frente, destacam-se os enormes faróis halógenos e a grade cromada com o símbolo da marca no centro. Olhando-a de perfil, chamam a atenção as molduras dos pára-lamas, o tamanho das portas (maiores, elas facilitam o acesso) e a linha de cintura mais alta.
O acesso ao interior é facilitado pelo bom tamanho das portas e pelos estribos. Quem entra na frente ainda dispões de uma alça na coluna dianteira. Por dentro, percebe-se logo que todos os ocupantes desfrutam de um bom espaço, ao contrário da maioria das outras picapes. Destaque para o bom espaço para as pernas de quem viaja no banco traseiro. Além disso, o assento pode ser rebatido para levar pequenos objetos embaixo.
O pacote de segurança também não fica devendo nada aos que existem nos sedãs, incluindo freios ABS nas quatro rodas e ?air bag? duplo. Mas deixa de fora o apoio de cabeça e o cinto de três pontos para quem senta no meio do banco traseiro. Os ruídos no habitáculo são poucos, inclusive quando o carro trafega sobre paralelepípedo, terra e asfalto ruim. Sua direção apresentou precisão na reta e em curvas. Mas o diâmetro de giro não é bom em manobras de estacionamento. (BN)
OLHO CLÍNICO
A nova Hilux é oferecida em 10 versões (Brasil), com dois tipos de tração (4×2 e 4×4) e dois tipos de carroçarias (cabine simples e cabine dupla). As versões ?standard?, disponíveis com cabine simples e dupla, são ideais para pessoas que utilizam o veículo como ferramenta de trabalho. As versões SR cabine dupla são para usuários que dão ao veículo uso multifuncional. E a versão SR ?top? de linha (cabine dupla), é destinada ao uso pessoal e recreativo.
A suspensão, que é independente na frente, conseguiu reduzir um pouco o desconforto, quando a picape está vazia. Carregada, parece carro de passeio. A qualidade do engate de marchas é boa para esse tipo de veículo, com precisão satisfatória. O curso da alavanca é longo. A embreagem é macia, mas o curso morto do pedal é grande. Na caçamba, com capacidade para 450 kg de carga, existem quatro ganchos de fixação. O sistema de freios ABS (que atua nas quatro rodas) tem boa sensibilidade e reações equilibradas nos dois eixos.
FICHA TÉCNICA
Motorização:
Motor: Toyota Diesel D-4D 3.0L 16V Turbo
Potência [cv/rpm]: 163 / 3.600
Torque [kgf.m/rpm]: 26,5 / 1.600 – 2.400
Cilindrada [cm³]: 2.494
Diâmetro x curso do pistão [mm]: 92,0 x 93,8
Taxa de compressão: 18,5:1
Alimentação: Sistema de injeção direta e eletrônica de combustível (Tipo Common Rail)
Tração: 4×2 com diferencial traseiro com deslizamento limitado (LSD)
Transmissão: Manual de 5 Velocidades
Relação diferencial (traseiro): 3,909
Suspensão:
Dianteira: Independente, braços duplos triangulares, molas helicoidais e barra estabilizadora
Traseira: Eixo rígido, molas semi-elípticas de duplo estágio
Direção: Hidráulica – pinhão e cremalheira
Freios:
Dianteiros: Discos ventilados
Traseiros: Tambor com LSPV (válvula proporcionadora sensível a carga)
Pneus e rodas:
Pneus: 205/70 R16
Rodas: Aço estampado R16
Capacidade do tanque [l]: 80