Se você é do tipo de pessoa que ama a vida sobre duas rodas, a sensação de liberdade quando está sobre uma moto e não suporta perder horas no trânsito quando está de carro, enquanto os motociclistas passam ao seu lado com a maior facilidade, calma.

Apesar de ser um veículo ágil, a motocicleta exige muita atenção e cuidado no trânsito das grandes cidades. É por isso que sua mãe, pai, esposa ou marido sempre diz que andar de moto é “perigoso”. Principalmente quando o motoqueiro utiliza a moto para desenvolver sua profissão. Tanto é verdade, que diariamente “motoboys” sofrem acidentes graves quando caem e por vezes perdem a vida.

Mas para amenizar as quedas de motoqueiros está à venda no Brasil uma tecnologia semelhante a dos “airbags” utilizados em automóveis, mas para as motos, que promete reduzir em até 80% o risco de morte. Uma das empresas que traz a novidade é a marca japonesa Mugen Denko.

São três tipos de jaquetas à venda pela “internet” com preços que variam de R$ 1.799,00 e chegam a custar R$ R$ 2.762,00. Os trajes levam 0,25 segundos para inflarem e formar uma proteção nas áreas críticas do corpo, trazendo mais segurança em caso de quedas ou batidas mais graves.

O acessório funciona a partir de um cabo preso à moto e à jaqueta do condutor. A partir do momento em que ele é lançado ou cai da motocicleta, o cabo aciona um cartucho de gás CO² (incluso no “kit”) que infla a bolsa de segurança. O cartucho ainda pode ser substituído, tornando a jaqueta-airbag reutilizável. Cada cartucho custa R$ 73.

Para quem achou muito caro, o “website airbag moto” oferece algumas opções que compartilham da mesma tecnologia por preços razoáveis. O modelo mais barato sai por R$ 479,00 e o mais caro não passa de R$ 629,00. Em 2009, um projeto de lei chegou ao Congresso Nacional propondo o uso obrigatório dos “airbags” para motos. Porém, diferentemente do que aconteceu com os capacetes (que têm seu uso imprescindível), a ação não foi para frente. Acreditamos que se faz necessário pensar no assunto para oferecer mais segurança aos motociclistas e “motoboys”.