opeleflex130907.jpgO Opel E-Flex mostra um dos passos no desenvolvimento que prevê a GM: um carro com propulsor elétrico, com uma bateria que pode ser carregada normalmente e que tem um motor de combustão de apoio. O motor de combustão não é empregado para movimentar o carro diretamente, mas sim como gerador elétrico e sua função é aumentar a autonomia e proporcionar a potência necessária para alcançar uma velocidade máxima que não se consegue com a energia das baterias.

A idéia do E-Flex é a mesma que a dos Chevrolet Volt. A principal diferença entre eles é que o E-Flex tem um motor diesel no lugar de um a gasolina (como o primeiro Volt) ou uma pilha de hidrogeno (como o segundo). No sentido estrito, o E-Flex não é um híbrido, já que o motor térmico não é usado diretamente para a propulsão (não está ligado mecânicamente com as rodas). O motor diesel atua como gerador elétrico quando é preciso.

O Opel E-Flex foi desenvolvido para que, com a bateria completamente carregada, a autonomia seja de 100 km. Uma pessoa que não percorra essa distância diariamente pode recarregar a bateria todo dia, e é possível que não gaste combustível. São vários benefícios que ocorrem assim.

A parte elétrica do E-Flex consta de uma bateria de litio com capacidade de 16 kWh, uma potência de 16 kWh, uma potência de 136 kW e uma tensão de 320 volts. A bateria se carrega na rede de 220 volts durante um período máximo de 6,5 horas e foi projetada para durar o que normalmente dura o carro. Ao final de sua vida há uma ligeira perda de capacidade.

A carroçaria do Opel E-Flex é a de um carro de 4,80 de comprimento. Tem quatro portas laterais. E as traseiras abrem em sentido inverso das dianteiras. E para se chegar ao porta-malas existem duas portas que se abre para cima diagonalmente. O novo conceito da GM está sendo mostrado ao público no Salão do Automóvel de Frankfurt que se realiza na Alemanha.