"Temos a convicção de que o Prisma agradará ao consumidor, pois é robusto, versátil, confortável e muito bonito", afirma o presidente de engenharia da GM para a divisão LAAM, que engloba as regiões da América Latina, África e Oriente Médio, Pedro Manuchakian, ao falar a respeito do projeto, que teve um ?sinal verde? da diretoria da General Motors do Brasil, em setembro de 2003.
O desenvolvimento do projeto teve início no final de 2004 e a produção será feita no Complexo Industrial de Gravataí, Rio Grande do Sul. O Prisma traz um coeficiente aerodinâmico com CX de 0,31. Quando os testes estavam sendo realizados, protótipos do modelo foram submetidos a rodagem de 700 mil quilômetros na pista, anteriormente à sua validação.
Afirma o presidente da General Motors do Brasil e Mercosul, Ray Young, "que o Prisma participará do segmento dos veículos sedãs não-populares, ou seja, com motorização acima de 1.0 litro. Esta categoria de veículos registrou um crescimento expressivo nas vendas, de 76,7% nos últimos três anos no País. Ele chega para complementar a abrangente linha de sedãs da Chevrolet, constituída de Classic, Corsa, Astra e Vectra, todos modelos de grande aceitação pelos consumidores".
O novo veículo conta com um investimento na ordem de US$ 240 milhões (cerca de R$ 549,6 milhões), que estão sendo colocados tanto no desenvolvimento do novo modelo, quanto na ampliação da capacidade de fabricação da unidade gaúcha, cuja pretensão é que passe dos 120 mil veículos produzidos, por ano, para 230 mil no próximo ano.