A versão automática que deverá chegar às revendas em dezembro, amplia as possibilidades de escolha do consumidor. Com ela, o EcoSport passa a oferecer 18 modelos de configurações e preços para atender a diferentes faixas do mercado. É a linha mais completa de utilitários esportivos do mercado. Ela traduz a inovação que os clientes associam e esperam do produto.
Apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro, e mostrado recentemente no Salão do Automóvel de Curitiba, o EcoSport automático agradou o público, embora o "design" seja o mesmo da versão vendida atualmente. Mas isso não é problema para o modelo que tem um bonito desenho e faz o maior sucesso entre os consumidores. A versão de entrada XLS chega com o pára-choque em preto. E a topo de linha, XLT, tem o pára-choque, as molduras e espelhos retrovisores pintados na cor do carro e rodas de liga leve de 15 polegadas. O estepe continua preso à porta traseira, na parte externa do carro.
Para completar, toda a linha EcoSport recebeu um novo tanque de combustível, aumentando a capacidade para 54 litros (exceto o 4WD, que tinha tanque para 50 litros), o que lhe dá mais autonomia de rodagem. (BN)
OLHO CLÍNICO
O motorista que prefere um carro equipado com transmissão automática no lugar da manual, certamente vai se surpreender e adorar o câmbio automático que a engenharia da Ford desenvolveu para o EcoSport 2.0. Isto porque as trocas das marchas são suaves e imperceptíveis. E em trechos de serra se comportou com desenvoltura.
A engenharia desenvolveu a função "over drive", onde o motorista aciona um botão na alavanca do câmbio e pode travar em terceira marcha, por exemplo. Ou se for uma subida bem íngreme, pode travar em primeira marcha.
Para que o motor Duratec 2.0 que equipa o EscoSport Automatic trabalhasse em perfeita sintonia com a nova transmissão automática, a engenharia da Ford trabalhou duro. Desenvolveu um novo sistema de gerenciamento eletrônico integrado com tecnologia "Black Oak da Visteon". Suas inovações incluem ainda o controle de ignição feito com bobinas individuais sobre as velas e sistema de combustível sem retorno, com bomba eletrônica de vazão variável.
Desenvolveram, ainda, um novo sistema de freios. Os discos e "cálipers" foram redimensionados, passando de 258 mm para 278 mm.
A suspensão também mereceu uma atenção especial dos engenheiros: ganhou uma nova calibração das molas dianteiras e nas curvas de atuação dos amortecedores.
E neste caso foi diferente. (BN)