Mudança no visual transferiu à Besta GS Grand (16 passageiros) e à Besta SV Grand (furgão) características técnicas de segurança, na medida em que, em lugar de "cara chata", a van ganhou uma "frente", aumentando a área de absorção de energia em caso de impacto.
A motorização da Besta GS Grand não sofreu alteração. Permanece com um propulsor de 3 litros, movido a Diesel, com 85 cv de potência a 4.000 rpm. As principais alterações técnicas ficaram por conta da introdução do aro 15" e do novo sistema de frenagem, avaliadas por concessionários da Rede Autorizada Kia no Brasil, como os pontos fortes do utilitário, sem deixar de considerar que a nova Besta ganhou também ares de modernidade.
Segundo José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors do Brasil, "a introdução do aro 15" na Besta, de série e exclusivamente para o mercado brasileiro, representa uma grande evolução e confiança no Brasil, pois tecnicamente a van passa a oferecer mais segurança". Com o aro 15", foi possível aumentar a capacidade de frenagem, com discos de 276 mm de diâmetro (antes 258 mm) e espessura de 28 mm (contra 26 mm no modelo anterior). No item suspensão, amortecedores e molas foram redimensionadas e recalibradas, assim como houve substancial melhora no sistema de refrigeração de motor e na nova grade dianteira do pára-choque, que proporciona mais eficácia à troca de calor do radiador.
No interior da Besta GS Grand, um novo painel e atualização nos detalhes de acabamento. A nova van ganhou também porta lateral corrediça com trava de segurança. Do ponto de vista de aplicação, a Besta GS Grand vai continuar atendendo à demanda por transporte de executivos, escolar, coletivo alternativo, turismo, entregas rápidas (frotistas), ambulâncias, entre outras. Na versão SV Grand, a Besta proporciona capacidade volumétrica de 7.500 litros.