Segundo o neurologista Paulo Bertolucci, qualquer pessoa pode desenvolver a doença de Alzheimer, que ainda não tem cura. Mas, de acordo com o médico, existem formas de atrasar o aparecimento dos sintomas. ?Você pode diminuir a chance. Tem duas coisas que você pode fazer a esse respeito: uma é a atividade intelectual. Pessoas que têm bastante atividade intelectual, em geral, desenvolvem a doença mais tarde e, pelo menos, na primeira fase, a doença é mais lenta. E a outra coisa que pode-se fazer é usar vitamina E em alta dose?.
A coordenadora do Programa de Saúde e Envelhecimento do Ministério da Saúde, Neidil Espínola, diz que a meta do ministério é instalar 74 centros de referências, que possam atender idosos com e sem a doença de Alzheimer, até o final do ano. “A proposta do ministério é que seja reformulada a portaria dos centros de referência para que se amplie e novos centros possam se cadastrar?, afirmou.
A presidente da Associação Brasileira de Alzheimer, Lílian Alicke, diz que os cuidados da família com o portador da doença são importantes. “A maior dificuldade está em a família entender a doença, o seu desenvolvimento e os seus aspectos. Uma vez que a família seja inteirada do que está acontecendo, metade do caminho já está andado. Nós não resolvemos o problema, nós facilitamos a vida do doente?, concluiu.
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