Com uma dívida que chega a R$ 13 milhões, a estratégia da diretoria do Palmeiras para contratar reforços será pechinchar bastante, e de duas formas: comprando só 50% dos direitos do jogador (e deixando o restante para o atual clube lucrar em uma negociação futura) ou empurrando "refugos" que sirvam como peça de troca.

Os principais alvos são o lateral-direito Vítor, do Goiás, e o atacante Dênis Marques, do Atlético Paranaense. No primeiro caso, os goianos pediram US$ 1 milhão (cerca de R$ 2 milhões) por 50% dos direitos do jogador. "Está caro", disse o gerente de Futebol, Toninho Cecílio, que tem usado o seguinte argumento para tentar convencer o Goiás a liberar Vítor: "Eles ganham dinheiro agora e também em uma negociação futura. É muito vantajoso.

Toninho disse que o Palmeiras não fará loucuras por Vítor. "O Caio Júnior já me indicou um plano B", disse o dirigente, sem citar nomes.

Por Dênis Marques, o valor pedido pelo Atlético foi de US$ 4 milhões (R$ 8 milhões), por 100% de seus direitos. O Palmeiras quer comprar só 50%, pagando menos de US$ 2 milhões. Como? "Ora, podemos incluir no negócio algum jogador nosso que interesse ao Atlético. Talvez o André Cunha…", disse Toninho.