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“Nunca estive em uma partida tão tensa como essa”, afirmou Cole, que estreou na África do Sul ao entrar no lugar de Wayne Rooney, com dores no tornozelo, a 20 minutos do apito final.
“Joguei em finais da Liga dos Campeões e da Copa da Inglaterra, mas nada perto disso. Os nervos estavam à flor da pele”, admite o jogador, com quem o Chelsea não quis renovar.
A campeã em 1966, que jogava com a corda no pescoço, vai pegar a Alemanha no domingo, verdadeiro clássico que valerá uma vaga nas quartas de final da Copa do Mundo.
“Ainda podemos ganhar a Copa. Fazemos isso tudo por quem está em casa”, garante o jogador, cuja presença em campo muitos colegas de seleção pediram. “Se o técnico me quiser um minuto em campo, eu jogo. Se me quiser os 90 minutos, eu também jogo. Sou assim”, declarou Cole.
O jogador aproveitou a oportunidade para tenta minimizar as turbulências que houve nos bastidores em torno do técnico Fabio Copello: “Os meninos que jogaram foram excepcionais”, elogia.