Equipes do Corpo de Bombeiros do Esquadrão Aéreo de Salvamento do Rio de Janeiro e de Segurança de Vôo do Serviço Regional de Aviação Civil do Aeroporto de Manaus (AM) ainda não definiram a estratégia de como será feito o resgate dos corpos das 33 pessoas que morreram no acidente com o avião da empresa Rico Linhas Aéreas, que caiu na noite de ontem há 20 quilômetros da cabeceira da pista de pouso do aeroporto de Manaus.

A informação foi dada pelo chefe da Divisão de Infra-estrutura do Serviço Regional de Avião Civil de Manaus, tenente-coronel Eudes Jorge Ferreira da Silva. Segundo ele, já está se deslocando para o local do acidente um helicóptero do Exército para auxiliar no resgate. “O local é de difícil acesso. Acredito que até o final do dia, poderemos ter informações de quando os corpos serão retirados para serem trazidos aqui para Manaus”, afirmou Eudes Jorge em entrevista, por telefone, à Agência Brasil.

Um representante da Divisão de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos do Departamento de Aviação Civil (DAC) e outro do Centro de Investigação de Prevenção de Acidentes da Aeronáutica já chegaram a Manaus para colher informações junto às equipes de resgate, a fim de iniciar o levantamento dos dados que serão utilizados para apontar as causas do acidente.

Eudes Jorge Ferreira da Silva afirmou que qualquer tipo de conclusão sobre as causas do acidente são deverão sair em 90 dias, já que, durante esse prazo, serão cruzadas todas as informações das equipes que estão participando do resgate e das investigações.