Adesão à greve dos servidores deve crescer nos próximos dias, diz líder da categoria

A adesão dos servidores públicos federais à greve deve crescer nos próximos dias. A previsão foi feita pelo diretor-executivo da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público (Condsef), Pedro Armengol, em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional. Segundo Armengol, a paralisação começou no dia 2 deste mês, com cerca de 25% de adesão dos servidores de 16 órgãos públicos de todo o país, e deve chegar a 80% até sexta-feira (10).

Pedro Armengol disse que a base da reivindicação dos grevistas é a definição de uma política salarial permanente. Para retornar ao trabalho, eles esperam que seja instituído um processo de negociação com agenda e prazo definidos. "A perspectiva é de que esse movimento tenha ressonância dentro do governo e que se concretize um canal efetivo de negociação que supere esse impasse e que a categoria tenha condições de discutir pautada numa agenda concreta", afirmou. De acordo com Armengol, existe perspectiva inclusive de os servidores retornarem e continuarem com suas atividades normais.

No dia primeiro do movimento, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, recebeu os grevistas e, segundo o líder dos servidores, sinalizou com a possibilidade de chamá-los para negociações nesta semana. O objetivo seria definir uma agenda para discutir as reivindicações.

Pedro Armengol disse a Campanha Nacional de Vacinação contra a Paralisia Infantil, que será realizada no próximo sábado (11), não será afetada, apesar de a Fundação Nacional de Saúde estar parada. Segundo Armengol, a vacinação está garantida.

Entre os órgãos em greve estão os ministérios da Agricultura, da Fazenda, da Cultura e do Trabalho. Também estão parados servidores das Delegacias Regionais do Trabalho, a Fundação Nacional do Índio (Funai) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), entre outros. A adesão dos servidores públicos federais à greve deve crescer nos próximos dias. A previsão foi feita pelo diretor-executivo da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público (Condsef), Pedro Armengol, em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional. Segundo Armengol, a paralisação começou no dia 2 deste mês, com cerca de 25% de adesão dos servidores de 16 órgãos públicos de todo o país, e deve chegar a 80% até sexta-feira (10).

Pedro Armengol disse que a base da reivindicação dos grevistas é a definição de uma política salarial permanente. Para retornar ao trabalho, eles esperam que seja instituído um processo de negociação com agenda e prazo definidos. "A perspectiva é de que esse movimento tenha ressonância dentro do governo e que se concretize um canal efetivo de negociação que supere esse impasse e que a categoria tenha condições de discutir pautada numa agenda concreta", afirmou. De acordo com Armengol, existe perspectiva inclusive de os servidores retornarem e continuarem com suas atividades normais.

No dia primeiro do movimento, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, recebeu os grevistas e, segundo o líder dos servidores, sinalizou com a possibilidade de chamá-los para negociações nesta semana. O objetivo seria definir uma agenda para discutir as reivindicações.

Pedro Armengol disse a Campanha Nacional de Vacinação contra a Paralisia Infantil, que será realizada no próximo sábado (11), não será afetada, apesar de a Fundação Nacional de Saúde estar parada. Segundo Armengol, a vacinação está garantida.

Entre os órgãos em greve estão os ministérios da Agricultura, da Fazenda, da Cultura e do Trabalho. Também estão parados servidores das Delegacias Regionais do Trabalho, a Fundação Nacional do Índio (Funai) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), entre outros.

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