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‘Schubert e Bartók fazem minha cabeça’

  • Por Estadão Conteúdo

Lucas Thomazinho, pianista

Como o piano surgiu em sua vida?

Meus pais eram pianistas, fizeram oito anos de conservatório. E eu com 2, 3 anos, já brincava no piano. Minha mãe me dava aulas, mas sem a obrigatoriedade de estudo. Aos 8 anos, porém, a ideia de aprender ficou mais clara, eles perguntaram se eu estava pronto para estudar seriamente e eu fui.

Você estudou na USP com Eduardo Monteiro. Como foi essa experiência?

A maneira como ele trabalha é impressionante, vai muito a fundo nas coisas. Logo que nos conhecemos, preparei o Rudepoema, de Villa-Lobos, e passamos quatro aulas indo do começo ao fim, passagem por passagem, antes de tocar a peça inteira.

Há um compositor ou período que lhe interesse em particular?

Há, mas sei que isso vai mudar. Há um tempo, Chopin e Liszt me fascinavam, aquela coisa do jovem descobrindo as possibilidades do piano. Hoje, Schumann e Schubert fazem mais a minha cabeça, assim como modernos como Bartók e Barber.

Há peças que gostaria de fazer no futuro?

As sonatas de Beethoven, porque mostram toda a história do compositor, todo o trajeto artístico que ele desenvolveu ao longo de sua vida.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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