A ?ex-BBB? quer fazer
cinema, mas antes se preparar.

Sabrina Sato sabe que precisa vencer uma série de rótulos para construir uma carreira bem-sucedida na tevê. Para ela, a estréia como apresentadora no humorístico Pânico na Tevê, da Rede TV!, pode representar o primeiro passo para perder a alcunha de ex-“BBB” – ela participou da terceira edição do Big Brother Brasil. “E com o tempo vou poder me soltar mais”, diz, admitindo ter ficado tímida nos primeiros programas.

No humorístico dominical, Sabrina divide o palco, ao vivo, com os apresentadores do programa Pânico, importado para a Rede TV! da Rádio Jovem Pan – Emílio e Bola já participaram do Caldeirão do Huck, na Globo. “O legal do programa ser ao vivo é que a gente pode ser autêntico”, afirma. Além disso, ela faz reportagens, num quadro em que realiza o sonho de um telespectador.

Sabrina diz não fazer planos sobre o futuro, mas que tem alguns objetivos. Além de produzir um espetáculo de dança, ela deseja atuar no cinema. “Gostaria de me ver no telão do cinema”, suspira. Mas Sabrina garante que não aceitaria um convite agora. “Eu não sou atriz, né? Teria de me preparar para isso”, retruca.

Nome: Sabrina Sato Rhal.

Nascimento: Em 4 de fevereiro de 1981, em Penápolis, São Paulo.

Primeiro trabalho na tevê: Uma participação no infantil A Turma do Didi, da Globo.

Momento marcante: A estréia do Pânico na Tevê!.

A que gosta de assistir: Gosto de filmes, clipes, programas de entrevista e, também, de A Grande Família.

A que nunca assistiria: “Não tenho preconceitos contra nenhum tipo de programa ou algum em particular”.

O que gostaria que fosse reprisado: TV Pirata.

O que falta na televisão: “Um humor que faça a gente rir dos próprios problemas. Talvez o Pânico na Tevê possa fazer isso”.

Apresentador de tevê: Ah! Eu gosto dos meninos do Pânico.

Ator: Matheus Natchergaele e Luiz Fernando Guimarães.

Atriz: Fernanda Torres.

Personalidade: “Minha avó, Luiza Sato. Ela só fazia o bem”.

Livro de cabeceira: Felicidade Clandestina, de Clarice Lispector.

Vídeo de cabeceira: O Fabuloso Destino de Amélie Poulan, de Jean-Pierre Jeunet.

Mania: De colecionar meias e calcinhas.

Hobby: Dançar.

Projeto para o futuro: “Não sou de fazer planos, mas quero ser atriz de cinema e produzir um espetáculo de dança contemporânea”.