Renoir ainda não foi vendido na SP-Arte

Até quinta-feira, 3, o Renoir do estande da Athena Galeria de Arte do Rio na SP-Arte 2014 não havia sido vendido, mas a obra está sempre a chamar a atenção dos visitantes que passam pelos corredores da feira internacional de arte de São Paulo, aberta nesta quinta-feira, 3, para o público no prédio da Bienal. Uma funcionária preferiu não dizer o preço do óleo sobre tela Deux Filles Dans L’Herbe, pintado em 1910 pelo impressionista francês, mas foi possível ver uma lista em que a tela aparecia avaliada em R$ 6 milhões.

Por outro lado, a galeria italiana Cardi comemorava a venda de um trabalho do argentino Lucio Fontana por 1 milhão. “O mercado brasileiro é forte, cresceu muito”, diz Alex Logsdail, diretor da Lisson Gallery, de Londres, NY e Milão, que exibe Anish Kapoor e Ai Weiwei, entre outros contemporâneos.

É a maior edição da SP-Arte, que ocupa três pavimentos do Pavilhão da Bienal. No segundo piso estão os estandes das celebradas galerias internacionais famosas no circuito, como White Cube, Pace ou Marian Goodman. “Fizemos boas vendas, estamos felizes”, afirmou Victoria Gelfand Magalhães da Gagosian, que trouxe peças de 21 artistas, entre eles, Roy Lichtenstein e Franz West. A feira vai até domingo e está tão tomada de estrangeiros que até o estande da Luciana Brito Galeria, de SP, é todo dedicado às pinturas do norte-americano Alex Katz, avaliadas em US$ 480 mil. “Os colecionadores brasileiros estão procurando mesmo mais estrangeiros”, afirmou a galerista, que vai adotar a mesma estratégia na Art Rio, em setembro, onde exibirá obras de outro americano, Allan McCollum. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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