Promotor federal critica retrato feito pelo cineasta

‘O Lobo de Wall Street’, de Martin Scorsese, reconta a história real do corretor norte-americano Jordan Belfort que, nos anos 90, foi julgado e condenado por fraude financeira e lavagem de dinheiro – após colaborar com o FBI, ele passaria 22 meses na prisão. Hoje, ele dá palestras motivacionais.

Mesmo reconhecendo a fidelidade com que Scorsese recria a história (baseada no livro de Belfort, lançado no Brasil pela Planeta), no entanto, um dos promotores responsáveis pelo caso fez críticas ao diretor. Em um texto para o jornal The New York Times, Joel M.

Cohen afirma que é danosa a presença, ainda que indireta, da marca da empresa de palestras de Belford. E questiona a decisão do cineasta de não apresentar algumas das vítimas do corretor. “São centenas de pessoas que perderam milhões de dólares enquanto ele acordava diariamente pensando em novas maneiras de enganar as pessoas. Os criadores do filme podem justificar a exclusão das vítimas, mas não quando dão a última cena para o Jordan Belfort real. Pode ser arte, mas está errado.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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