No cinema, Regina Duarte interpreta escritora ressentida

O filme foi exibido como hors-concours no Festival do Rio, no final de setembro, e foi um arraso – “Gata Velha Ainda Mia” fez sucesso e exibiu para o público cinematográfico a nova fase da carreira de Regina Duarte.

Com a direção de Rafael Primot, ela vive Gloria Polk, escritora decadente e amarga que resolve conceder uma entrevista para Carol (Bárbara Paz), jovem repórter que vive no mesmo edifício. A pauta é falar sobre sua volta à literatura depois de um longo período de jejum. Logo, descobre-se que Carol namora o ex-marido de Gloria. O encontro, portanto, desperta na autora uma necessidade de desabafo, traduzida em reclamações sobre ter ficado velha e de como seu feminismo caducou e aumentou o ressentimento pela solidão.

“Rafael quis me deixar o mais velha possível”, diverte-se Regina. “Tenho umas pequenas manchas no rosto e ele não deixou que eu cobrisse com maquiagem: queria que eu exibisse a cara lavada.”

Produzido com um baixo orçamento (apenas R$ 150 mil), o filme foi rodado em apenas uma semana. “Ensaiamos durante um mês para economizar tempo na locação”, conta a atriz, que se destaca em monólogos verborrágicos. O longa ainda não tem data de estreia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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