O grupo Kering, detentor de marcas de luxo como Gucci, Saint Laurent e Alexander McQueen, faz campanhas, desde 2012, no Dia Internacional da Luta pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, celebrado em 25 de novembro.

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Neste ano, fashionistas como Alessandro Michele, estilista da Gucci, Christopher Kane, estilista de sua marca homônima, Joseph Altuzarra, designer de sapatos, e Stella McCartney, estilista de sua marca homônima, estrelam a campanha #ICouldHaveBeen (eu poderia ter sido, em português). Nela, os homens foram convidados a expor o nome que teriam se tivessem nascido do gênero oposto, enquanto as mulheres estamparam fotos apenas com a palavra Her (ela), acompanhado de dados de violência contra as mulheres.

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“Quando pais estão esperando filhos, eles pensam em vários nomes. Todos temos um nome de mulher que nos foi destinado”, diz o texto principal da campanha. “Seu nome é James, mas poderia ter sido Chiara. Todos nós poderíamos ter sido ELA: a 1 em cada 3 meninas e mulheres no mundo que passaram por alguma situação violenta.”

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Para a estilista Stella McCartney, que participa da campanha desde sua primeira edição, o machismo não diminuiu desde então. “Todos sabemos quais são os problemas que os homens e as mulheres estão enfrentando”, disse. “Não é preciso ser um gênio para perceber que, por centenas de anos, as mulheres estão sendo tratadas como cidadãs secundárias, e isso não é mais aceitável. Temos os mesmos direitos que os homens, e precisamos ter mais confiança em nós mesmas e nos permitir ter voz.”