Trinta e três anos depois da chegada do homem à Lua, a Nasa, agência estatal americana encarregada do programa espacial, ainda tenta convencer os céticos da veracidade do grande feito. Para milhares de pessoas, espalhadas pelo mundo todo, aquela façanha não passou de uma colossal montagem, realizada num estúdio de cinema ou no deserto.

Não obstante, os astronautas de Tio Sam pisaram efetivamente no solo lunar, pela primeira vez, naquele domingo do verão (no Hemisfério Norte) de 1969. O fato foi confirmado pelos russos, à época ferrenhos adversários e competidores dos americanos na corrida espacial, que fizeram uma sonda não tripulada orbitar o satélite terrestre na ocasião. Só que a grande façanha do dia não seria exatamente aquela.

O que os governos dos EUA e da Rússia não contaram (e negam até hoje) é o que Neil Armstrong, Edwin Aldrin e Michael Collins, os bravos tripulantes da nave Apollo 11, encontraram quando alunissaram. E este talvez seja, ainda, o maior segredo da aventura espacial.

Havia algo no caminho

Mesmo enfrentando alguns problemas técnicos, o módulo “Águia”, com Armstrong e Aldrin a bordo, atingiu a superfície lunar às 17h17 (hora de Brasília) do dia 20 de julho de 1969, enquanto Collins permanecia no módulo de comando “Colúmbia”, em órbita a 110 km da Lua, monitorando a missão. “Um pequeno passo para o homem, mas um gigantesco salto para a humanidade”, proclamou Armstrong, ao assentar o pé no solo. Eram exatamente 23h56, derradeiros instantes daquele histórico dia. O coração do comandante da missão Apollo 11 batia 150 vezes por minuto. Mas essa pulsação logo se aceleraria mais ainda, pois uma espantosa surpresa, de igual ou maior dimensão, estava preparada para os jovens astronautas na árida paisagem do Mar da Tranqüilidade. Eles não estavam sozinhos. Ou por outra: alguém havia chegado antes deles.

Apollo 11: – Oh, meu Deus!… Eles estão aqui!… E são enormes!… Esses “bebês” são enormes!…

Houston:

O que foi, Apollo 11? Que diabos foi…?

Apollo 11:

Não… Não… Não é nenhuma ilusão de ótica nem distorção… Oh, meu Deus!… Ninguém acreditaria nisso!…

Houston:

Que… que está acontecendo com vocês?… Que diabo ocorre…?

Apollo 11:

Eu lhes digo… Há outras naves espaciais aqui, alinhadas na borda da cratera!… Estão na luz… só observando!… Estão sob a superfície!…

Houston:

– Controle chamando Apollo 11…

Apollo 11:

Roger… Roger… Estamos bem aqui… Mas encontramos alguns visitantes. Eles estão aqui já há algum tempo, a julgar pelas instalações…

Houston:

Missão central falando. Confirme a última informação…

Apollo 11:

Estou lhe dizendo que aqui há outras naves espaciais… Estão alinhadas em fila, do lado mais distante da cratera…

Houston:

Repita… Repita…

Apollo 11: – Examinaremos a órbita… Queremos voltar para casa… Em 625 e um quinto. O relógio automático está colocado. Minhas mãos tremem de tal forma que não consigo…

Houston:

Filmar?…

Apollo 11:

Diabo! É assim… As condenadas câmeras estão funcionando mal aqui em cima…

Houston: – Vocês conseguiram alguma coisa, rapazes?…

Apllo 11: –Não temos mais filmes agora… Temos apenas três tomadas dos ufos, ou o que quer que sejam… Mas podem estar veladas…

Houston: – Missão… Controle. É o controle da missão. Estão para partir? Repita… Vocês estão para ir embora?… Que significa toda essa agitação?… Por que cenas de ufos?… Expliquem…

Apollo 11:

Estão pousados aqui!… Estão na Lua, nos observando!…

Houston:

Obtenham fotografias… Todas as fotografias possíveis… Vocês estão filmando?…

Apollo 11:

Sim, os espelhos estão todos no seu lugar… Mas esses seres podem vir amanhã e levá-los embora… Seja qual for a sua forma, aquilo eram naves espaciais… Não há dúvida…

Esse diálogo foi mantido entre os astronautas Neil Armstrong e Edwin Aldrin e o Centro de Controle da Nasa, em Houston, no Texas, EUA. A transmissão era vetada aos meios de comunicação, mas foi captada por um grupo de radioamadores, através de sofisticados equipamentos. O jornal The Washington Post publicaria a transcrição da conversa que, algum tempo depois, acabou sendo ratificada por Otto Binder, membro da equipe espacial da Nasa, e pelo diretor Christopher Craft, quando este deixou a agência.

O próprio Edwin “Buss” Aldrin, durante as comemorações do 24.º aniversário da chegada da Apollo 11 à Lua, ocorrido em 1994 na Itália, confidenciou ao jornal La Stampa:

– Tinha sempre um ufo conosco. Logo depois de ter deixado o campo gravitacional da Terra, Neil, Mike e eu vimos aparecer na janela da nave um objeto voador luminoso que nos seguia à distância.

O ex-consultor Maurice Chatelain foi além:

– Todos os vôos da Apollo e da Gemini foram seguidos de longe e, às vezes, bem de perto por ufos (unidentified flying objects, em inglês, ou objetos voadores não-identificados – óvni) de origem extraterrestre. Isso sempre foi comunicado pelos astronautas ao controle da missão, que então ordenava silêncio absoluto.

Soviéticos confirmam

A agência espacial americana fez o que pôde para esconder o acontecimento, embora internamente ele fosse notório. Tanto que o próprio público dos Estados Unidos somente ficou sabendo após dez anos. E foi preciso que um cientista soviético o revelasse. O dr. Vladimir Azhazha, físico e matemático da Universidade de Moscou, fora informado dois anos antes, em 1977, e garantiu:

– Estou absolutamente certo de que isso realmente aconteceu. Segundo nossas informações, o encontro ocorreu imediatamente após a alunissagem e Neil Armstrong relatou ao controle da missão que dois objetos, grandes e misteriosos, estavam observando o módulo. Mas a mensagem não chegou ao público porque a Nasa a censurou.

Segundo outro russo, o professor Aleksandr Kazantsev, Edwin Aldrin chegou a filmar e tirar algumas fotografias coloridas dos óvnis, de dentro do módulo. Ele disse ainda, à revista National Esquire, que as naves extraterrestres decolaram alguns minutos depois da chegada dos astronautas à Lua, mas recusou-se a revelar a fonte de suas informações. No entanto, assegurou que a notícia do sensacional encontro no solo lunar já era conhecida nos círculos científicos soviéticos há pelo menos dois anos.

Um terceiro cientista russo, Sergi Bozhich, afirmou estar convencido de que a missão dos óvnis era espionar Armstrong, Aldrin e Collins durante a missão de 1969.

– Acredito que outras civilizações ficaram sabendo do projeto de descida na Lua captando sinais de rádio da Terra – deduziu ele. Talvez quisessem avaliar a extensão dos conhecimentos tecnológicos terrestres e as intenções do homem com relação ao satélite lunar.

De todo modo, a missão Apollo 11 não teria sido a única a defrontar-se com objetos voadores não-identificados no espaço. Praticamente todas as anteriores e posteriores tiveram experiências semelhantes. Mas isso já é assunto para outra conversa. Fica, porém, uma indagação final: por que será que americanos e russos, de repente, cancelaram todos os projetos para a Lua e nunca mais foram lá?

Imagens filmadas por Aldrin confirmam

“Quando o filme (em preto-e-branco) de Edwin Aldrin foi revelado e projetado, mostrou, em primeiro lugar, uma visão disseminada das crateras da Lua. De repente, dois ufos esbranquiçados entram no campo visual, vindos da esquerda, em formação vertical. Eram semelhantes a um `boneco de neve’ e voavam quase horizontalmente ao centro da cena, movendo-se em alta velocidade. Segundos depois de desaparecerem, outros dois ufos, um grande e outro pequeno, entram no campo visual ao alto, voando numa formação semelhante a um boneco de neve deitado, e se abaixam lentamente. Em seguida, ficam fixos no espaço e, de súbito, fazem disparar entre eles algo como uma cauda. Esta cena surpreendente é o momento principal do filme.” Essas informações foram prestadas pelo pesquisador Yusuke J. Matsumura, em texto assinado para a publicação italiana Il Giornale dei Misteri, a cujo arquivo pertencem as fotos aqui reproduzidas e que foram publicadas no Brasil, em 1985, 1988 e 1989, nas revistas Ufologia Nacional & Internacional e UFO, editadas por A. J. Gevaerd.

PARA SABER MAIS SOBRE O ASSUNTO – Ufos no espaço e transmissões secretas da Nasa

Os pesquisadores de objetos voadores não-identificados garantem que, desde os primeiros vôos espaciais não-tripulados, na década de 50, todas as missões americanas e soviéticas foram sistematicamente observadas e/ou seguidas por óvnis. Estas naves, de origem extraterrestre, parecem estar a monitorar a aventura espacial terrestre, com especial destaque para a conquista da Lua. A Nasa e as agências espaciais de outros países têm total conhecimento disso, mas mantêm um acordo de jamais admiti-lo publicamente. A Videoteca UFO, mantida pelo Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores – CBPDV, oferece aos interessados dois documentários em VHS, de excelente qualidade, devidamente legendados. O primeiro (Filmagens de UFOs no Espaço) reúne uma seqüência surpreendente de imagens exclusivas ou feitas pela Nasa de estranhas aeronaves no espaço e na superfície da Lua (incluindo filmagens realizadas a bordo da Discovery). É uma produção original de Nonsiamosoli Ufo Magazine Itália (cópia legendada). Código: VD-14. Duração: 70 minutos. Preço: R$ 31,40. O segundo (Transmissões Secretas da NASA) contém as mais recentes filmagens, com espantosos detalhes. As imagens foram obtidas por um especialista em satélites e radiocomunicação canadense, que interceptou transmissões secretas da agência espacial americana. Produção inglesa, de 2000. Código: VD-21. Duração: 92 minutos. Preço: R$ 37,10. Pedidos pelo tel. (67) 341-5445, fax (67) 341-0245 ou internet:

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