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Luciana Gimenez quer subir mais

  • Por Jornalista Externo
A apresentadora do Superpop:
?Não meço as palavras?.

Quando a Rede TV! anunciou que Luciana Gimenez seria a nova apresentadora do “Superpop”, há quase dois anos, muita gente duvidou que a modelo pudesse ir tão longe. Muita gente mesmo. Ela, inclusive. Logo no começo, Luciana combinou com o diretor artístico da emissora, Maurício Nunes: se não desse certo como apresentadora, largaria tudo. “Ninguém quer ficar pagando mico”, justifica. Mas parece que ela deu. Prova disso é que essa simpática paulistana de 33 anos acaba de renovar contrato com a Rede TV! por mais quatro anos. “Sou muito grata à Rede TV! por ter acreditado em mim. A primeira oportunidade é sempre a mais valiosa e a mais difícil também. Consegui me firmar por mérito e vai continuar sendo assim”, afirma.

De certa forma, a Rede TV! também é grata a Luciana Gimenez. Afinal, o “Superpop” é o programa de maior audiência e faturamento da emissora. Ou seja: ele agrada tanto ao público quanto aos anunciantes. “O pessoal gosta do programa porque se identifica comigo. Sempre falo o que penso. Não meço palavras. Nunca tive a pretensão de ser perfeita”, analisa. Com o novo contrato, estima-se que Luciana passe a ganhar até R$ 150 mil por mês, entre os rendimentos como apresentadora e os ganhos com merchandising. É o triplo que ela embolsava quando estreou, no dia 15 de janeiro de 2001.

Para comemorar os dois anos de Luciana à frente do “Superpop”, a Rede TV! promoveu algumas mudanças no programa. A partir de janeiro, o “Superpop” ganha novo cenário e dois telões. O “layout” já foi, inclusive, aprovado pelo superintendente da emissora, Eraldo Abreu: ele será mais “clean” que o atual, mesclando tons de cinza e dourado. Além disso, a Rede TV! vai contratar também novos repórteres para gravar mais e mais externas. Visivelmente empolgada, a emissora estuda ainda a possibilidade de Luciana ganhar um segundo programa, aos sábados ou aos domingos. “Programa diário toma muito o meu tempo. Tento fazer um pouco de tudo, mas não consigo. Não tive meu filho para deixá-lo nas mãos de babá”, pondera, cautelosa, a mãe de Lucas Jagger, de três anos.

Linha Xuxa

Mesmo se queixando da falta de tempo, Luciana pensa em investir em outras áreas. A exemplo do que já fizeram Xuxa, Eliana e Jackeline Petkovic, Luciana também vai gravar um CD voltado para o público infantil. Embora não fale muito sobre o assunto, adianta que o repertório vai trazer versões em português de conhecidas canções americanas. “Sempre quis trabalhar com crianças e, depois que tive meu filho, essa vontade só fez crescer. Mas acho que vai ficar um horror eu cantando!”, admite, com a habitual franqueza. Além do CD – que promete ser o primeiro de uma linha de produtos com a marca “Superpop” -, a apresentadora vai emprestar seu nome a uma grife de sapatos e maquiagem.

Mas Luciana não pretende deixar a televisão de lado. E nem poderia. Ela garante que está “viciada” em trabalho. Hoje, ela procura se manter a par dos números do ibope mesmo quando está viajando. “A concorrência é sadia e quem sai ganhando é o telespectador”, discursa. Nesses dois anos, o “Superpop” consolidou-se na terceira colocação da audiência, atrás de Globo e SBT, com uma média de 7 pontos no Ibope. No início, Luciana foi implacavelmente achincalhada por causa dos deslizes que cometia contra a língua portuguesa. Culpa, argumenta ela, dos 12 anos em que morou no exterior. “Quando a crítica vem com uma certa dose de humor, eu não ligo. Acho até legal”, minimiza, com um leve balançar de ombros.

Luciana aprendeu também a conviver com críticas que acusavam o “Superpop” de ceder às tentações do sensacionalismo barato para angariar uns pontinhos a mais no Ibope. “A Rede TV! é um canal aberto, não é uma MTV. Não posso dar meio ponto no ibope e ficar feliz da vida. É a audiência que paga as minhas contas”, argumenta. Mas o “Superpop” não sobrevive apenas de “contras”. Entre os “prós”, ela destaca as vezes em que o programa prestou assistência a pessoas carentes. “Tive altos e baixos nesses dois anos. Mas a vida é feita de altos e baixos, não é mesmo? Ninguém nasceu só para vencer ou só para perder”, avalia, filosófica.

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