Legado de James Joyce continua vivo

O dia 13 de janeiro poderia passar despercebido para a maioria das pessoas, mas não para os fãs do irlandês James Augustine Aloysius Joyce (2/2/1882 a 13/1/1941), considerado o autor de maior relevância do século XX.

Sessenta e cinco anos depois de sua morte, suas obras continuam mais vivas do que nunca. Entre as mais conhecidas, destaque para o volume de 15 contos Dublinenses (1914) e os romances Retrato do artista quando jovem (1916), Ulisses (1922) e Finnicius Revém (1939). De família católica e com uma rígida formação com padres jesuítas – contra a qual mais tarde se rebelaria teve suas primeiras experiências literárias de forma conservadora, marcada pela influência do realismo de Ibsen e dos simbolistas. É o caso dos poemas de Chamber Music (1907), seu primeiro livro. 

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