O novo longa do bruxinho Harry Potter teve sua pré-estréia mundial neste domingo, com a presença dos jovens alunos de Hogwarts. Cerca de seis mil convidados compareceram à sessão no Radio City Music Hall, em Nova York. Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban deu nó no trânsito e lotou as calçadas com fãs adolescentes que se espremiam para ver Daniel Radcliffe, o ator de 14 anos que vive Harry, e seus colegas de elencio, Emma Watson (Hermione) e Rupert Grint (Ron). Entre as estrelas que levaram a prole para conferir em primeira mão as novas aventuras do bruxinho, estavam as atrizes Susan Sarandon e Gina Gershom, o rapper LL Cool J e a modelo Christie Brinkley. O filme estréia no dia 4 de junho, em cinemas no mundo todo.

O terceiro filme da série de livros escrita por J.K. Rowling tem 136 minutos e trata de temas mais sofisticados do que os dois primeiro, refletindo o amadurecimento dos jovens bruxos. Dirigido pelo espanhol Alfonso Cuarón, de E tua mãe também, o novo longa perde pouco tempo explicando o mundo dos magos.

Cannes

Foi a primeira vez, na história do Festival, que o júri foi chamado a explicar a jornalistas de todo o mundo o motivo de suas escolhas. Ao contrário do que se pensava, a idéia não partiu do próprio Tarantino, mas do diretor-geral do evento, Gilles Jacob.

Mas o júri insiste que votou no melhor e isto não é verdade. Havia filmes melhores do que “Fahrenheit” – melhores como cinema. O japonês “Nobody Knows”, de Kore-Eda Hirokazu, por exemplo.

O júri seria mais honesto premiando Kore-Eda como melhor diretor. Uma jornalista brasileira quis saber por que o júri não deu nenhum prêmio para “Diários de Motocicleta”. A pergunta poderia ter sido formulada de maneira diferente e seria interessante. Afinal, “Diários” era um dos preferidos do público.

A atriz Kathleen Turner, uma das juradas, foi irônica: “Querida, se fôssemos discutir cada filme levaríamos horas”. Tilda Swinton foi mais direta: “Não premiamos porque não quisemos”. E a conversa morreu ali.