Um juiz americano rejeitou ação movida pelos detentores dos direitos de William Faulkner contra a Sony por citação quase literal de uma curta frase (algo como “O passado nunca morre. Ele sequer é passado”) no filme Meia-noite em Paris, de Woody Allen. Para o juiz, isso não se compara, por exemplo, à reprodução de grande trecho de um romance em veículo impresso. Os detentores disseram que a frase resume a essência de Réquiem Para Uma Freira, mas segundo o The Hollywood Reporter, o juiz não concordou.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.