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Do diário de um jovem

  • Por Redação O Estado Do Paraná

Com tradução de Moacir Werneck de Castro, a Editora Bertrand Brasil apresenta Fiodor Dostoievski em O Jogador (192 págs.), em que escritor e personagem se confundem. Thomas Mann foi o primeiro a reparar sobre o colega russo: “A paixão pelo jogo foi sua segunda doença, possivelmente relacionada com a primeira (a epilepsia), uma obsessão verdadeiramente anormal. A isso devemos o maravilhoso romance O Jogador, que se passa numa estação de águas alemã, inverossímil e perversamente chamada Roletemburgo. Neste romance, a psicologia da paixão mórbida e do demônio. Sorte é exposta com incomparável veracidade.”

Dostoievski punha em tudo que produzia “a marca de sua genialidade, a profundeza de sua visão da alma humana, o vigor na caracterização de situações e personagens, o pathos, os conflitos de paixões e instintos, coincidindo com o realismo do diálogo e uma admirável capacidade de retratar o grotesco”.

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