Inaugurada no dia 26 de janeiro, e com data prevista de encerramento para 30 de abril, a exposição Dinos na Oca e outros animais pré-históricos foi sucesso de público já nos primeiros dias. De quinta a domingo (26 a 29/1), 25 mil pessoas estiveram na Oca, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, para conhecer as mais de 400 peças em exposição, dentre elas algumas jamais vistas no País, como, por exemplo, as originárias do Deserto do Saara e que se encontram entre as maiores e mais completas ossadas já catalogadas em todo o mundo. Dinos na Oca é uma verdadeira viagem à pré-história. Os visitantes encontram, em um cuidadoso cenário, a história dos fascinantes dinossauros que dominaram a Terra por cerca de 150 milhões de anos. Podem ser vistas, ainda, peças com até 22 metros e outras de apenas 10 centímetros, algumas com mais de 700 milhões de anos, reunidas nos 10.000 m2 da Oca. A exposição traz peças da África, Argentina, China, Europa e Estados Unidos. A seleção internacional vem por meio da Fundação Project Exploration, de Chicago (EUA), que tem como diretor Paul Sereno, professor da Universidade de Chicago e um dos mais famosos paleontólogos da atualidade. O Brasil também tem grande destaque na mostra, já que essa é a primeira vez em que boa parte do acervo nacional está reunido em um único espaço e aberto à visitação pública. Nessa seleção os produtores tiveram o apoio de nove instituições brasileiras e de seus professores responsáveis pelos acervos. Com previsão de mais de 1 milhão de visitantes, Dinos na Oca conta com a curadoria de Luiz Eduardo Anelli, paleontólogo e professor doutor do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP) e a organização do Gabinete Cultura e da Grey Sociallink, uma empresa do Grupo Grey WorldWide, especializada em assessorar grandes empresas no desenvolvimento de políticas e programas de patrocínio a projetos culturais e sociais. O Gabinete Cultura, dirigido por Emilio Kalil, também responde pela produção de Dinos na Oca. Kalil produziu Brasil+500, Picasso na Oca, Parade e 500 Anos de Arte Russa, classificadas entre as dez melhores exposições nos últimos oito anos em São Paulo, pelo ranking da revista Bravo (dez./2005). Ele assinou também a produção de Guerreiros de Xi?an, exposição que bateu recorde de público.
Dinos na Oca é sucesso em São Paulo
3 minutos de leitura


