A 19º edição do BBB está polêmica e, em menos de um mês, membros do programa foram acusados de intolerância religiosa, homofobia, maus-tratos aos animais e crimes sexuais. A sucessão de denúncias levou a Delegacia de Crimes Raciais e Intolerância (Decradi) do Rio de Janeiro a analisar supostos casos de racismo em sigilo.

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Apesar dos nomes investigados não terem sido revelados, alguns brothers deram declarações polêmicas que levantam suspeitas. Há uma semana, a participante Paula disse ter medo de religiões de matriz africana. “Tenho medo do Rodrigo, porque ele fala o tempo todo desse negócio de Oxum [divindade da Umbanda e do Candomblé]. Eu tenho medo disso, mas nosso Deus é maior”, afirmou.

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Em um outro momento, Maycon disse ter sentido arrepios ao ver Rodrigo e Gabriela – que são negros – dançando músicas da cultura afro-brasileira numa festa. “Senti um arrepio quando começou a tocar umas músicas esquisitas [de Jorge Aragão]. Comecei a olhar e ouvir umas coisas. Jesus Cristo estava em minha mente, dizendo que se eu fizer igual aos dois, eles vão ganhar mais força”, contou.

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Outros casos

Maycon também gerou polêmica na casa ao comentar que já amarrou bombinha em rabo de gato. Além disso, seu colega Diego, numa discussão com Hariany e Paula sobre a orientação sexual de Rodrigo, afirmou não gostar de “gays escandalosos”.

Os registros de preconceito não pararam por aí. O professor Vanderson, de 35 anos, foi desclassificado do programa depois de ter sido intimado a prestar depoimento na Delegacia de Atendimento à Mulher de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. A intimidação se deu após ex-namoradas o denunciarem por violência doméstica, importunação sexual e estupro.