Curitiba será a capital do cinema durante a segunda edição do Festival do Paraná de Cinema Brasileiro e Latino, que acontece de 5 a 11 de outubro. O festival levará uma seleção de filmes latinos e até árabes ao Museu Oscar Niemeyer, além de oficinas e mostras paralelas.

Já estão confirmados na competição os longas-metragens brasileiros Querô (de Carlos Cortez), Esses Moços (de José Araripe Jr.) e Jardim Ângela (de Evaldo Mocarzel), além do venezuelano O Último Bandoneón (de Alejandro Saderman), do argentino O Fundo do Mar (de Damián Szifron) e do boliviano American Visa (de Juan Carlos Valdivia).

No Festival do Paraná, os longas-metragens concorrem nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Atriz, Melhor Ator, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Roteiro, Melhor Edição, Melhor Fotografia e Melhor Música Original. Há também o Prêmio Popular de Melhor Filme escolhido pela platéia. Já os curtas concorrem a Melhor Filme e Melhor Diretor.

Os vencedores vão receber o Prêmio Araucária de Ouro, criado pela artista plástica Janet Mehl. Um diferencial do festival é a premiação em dinheiro. Os vencedores das categorias Melhor Diretor de Longa-Metragem e Melhor Diretor de Curta-Metragem receberão prêmios no valor de R$ 10 mil e R$ 4 mil respectivamente.

Grande destaque do festival, a ?Mostra de Cinema Oriental? apresentará oito filmes que formam um panorama da produção cinematográfica em países árabes e africanos. Para completar, no dia 11, haverá um Fórum de Debates sobre a cultura do Oriente e do Ocidente através do cinema com a participação de diversas personalidades do cinema.

Idealizado e realizado por Ittala Nandi e pela Nandi Produções Artísticas, o 2º Festival do Paraná de Cinema Brasileiro e Latino conta com o patrocínio da Companhia Paranaense de Energia (Copel), Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Companhia de Informática do Paraná (Celepar), Grupo Positivo e apoio do Ministério das Relações Exteriores e do Governo Federal.

?Em 50 anos de profissão, nunca pensei em produzir um festival de cinema, mas as condições no Paraná foram muito favoráveis?, afirma Ittla. ?O desenvolvimento do cinema é visível nos estados que possuem fortes festivais como Rio Grande do Sul, Pernambuco, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Afinal, um festival areja os espaços culturais, abre fronteiras, permite troca de conhecimentos e ajuda a evolução educacional, além de gerar empregos e desenvolver o turismo?.

Site do 2º Festival do Paraná de Cinema Brasileiro e Latino: www.festivaldecinema.pr.gov.br.