Ao contrário de sua personagem, Bruna Marquezini ainda não pensa em beijar. Se diz muito nova pra isso. Aos dez anos e em seu terceiro papel em novelas, a atriz, que faz a Lurdinha de Cobras & Lagartos, gosta é de se divertir. E conta que está feliz em interpretar um papel tão diferente dos anteriores. "Todos eram dramáticos e ligados à realidade. E este está sendo legal porque estou podendo mostrar meu outro lado como atriz", disse, mas só depois que acabou de fazer o dever de casa.

Nome: Bruna Marquezini.

Nascimento: 4 de agosto de 1995, no Rio de Janeiro.

Primeiro trabalho na tevê: No programa Gente Inocente, da Globo.

Sua atuação inesquecível: A Salete, de Mulheres Apaixonadas.

Um momento marcante na carreira: "Todos".

O que gosta de assistir na tevê: Novelas e desenhos.

O que nunca assistiria na tevê: "Telejornal. Não gosto muito".

O que falta na televisão: "Mais infantis e desenhos à tarde".

Melhor desenho: "Os da Disney".

Melhor personagem infantil: "A Maria, que a Carol de Oliveira fez em Hoje é Dia de Maria".

Ator favorito: Tony Ramos.

Atriz predileta: Fernanda Montenegro.

Com quem gostaria de contracenar: Glória Pires.

Par romântico inesquecível: "A Islene e o Feitosa, de Paula Burlamaqui e Aílton de Freitas em América".

Novela preferida: América.

Cena inesquecível na tevê: "Em Mulheres Apaixonadas. Eu e o Tony Ramos choramos de verdade, quando a minha personagem pedia para a mãe não morrer".

Vilão marcante: O Marcos, de Mulheres Apaixonadas, interpretado por Dan Stulbach

Personagem mais difícil de compor: "Cada um tem sua característica e eu tenho que me esforçar para fazer todos".

Melhor bordão da tevê: "Não é brinquedo, não", da Dona Jura, de Jussara Freire, em O Clone.

Que papel gostaria de representar: "Gosto de todos os tipos. Escolhi a profissão, não escolho papéis. O que chega eu faço".

Filme: Lisbela e o Prisioneiro, de Guel Arraes.

Livro: Festa de Criança, de Luis Fernando Veríssimo.

Um mico: "Gravando A Diarista, em vez de sentar na poltrona, caí de bunda no chão".

Mania: Falar gírias o tempo todo, como "tipo" e "tô zoando".

Um medo: "De perder alguém da minha família".

Projeto para o futuro: "Quero apenas continuar minha carreira".