Atração do 2º dia do Lolla, Young the Giant está longe de ser a salvação do rock

O Young the Giant é o elo perdido do indie rock. Enquanto Strokes, Libertines e Hives lutavam pra salvar o rock, Killers e Phoenix botavam o pessoal pra dançar e Kings Of Leon e Beirut recuperavam coisas do folk e country, eles passaram completamente incógnitos.

Agora os californianos usam um pouquinho de tudo que seus antecessores, agora meio no ostracismo, faziam para ter o tipo de sucesso logo abaixo do radar do mainstream.

A fórmula dá certo, os fãs dançaram e aplaudiram no 2º dia (domingo, 29) do Lollapalooza Brasil, no Autódromo de Interlagos, zona sul de São Paulo. Quando o vocalista, Sameer Gadhia, pediu para a plateia cantar junto o hit Cough Syrup, a resposta foi automática.

O show pode ficar tedioso em alguns momentos para quem não é fã de carteirinha, mas a oportunidade de tocar à noite fez com que a banda aproveitasse bem as luzes e o telão com animações bonitas e simples.

Assim como Strokes e companhia, eles não vão salvar o rock, mas quem disse que o rock precisa de salvação?

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