A garantia do pagamento da CAP S/A ao município de Curitiba, que desembolsou aproximadamente R$ 14,5 milhões com as desapropriações dos imóveis no entorno da Arena da Baixada, voltou a ser alvo de discussão na Câmara Municipal de Curitiba. O vereador Felipe Braga Côrtes (PSDB) e outros 25 parlamentares assinaram, ontem à tarde, um requerimento de sugestão ao Executivo para que o ressarcimento aos cofres públicos por parte do Atlético esteja condicionado à emissão do Certificado de Vistoria de Conclusão de Obras (CVCO) para que o Joaquim Américo possa ser reaberto depois de concluído.

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O requerimento sugere que seja feito um termo aditivo na cláusula quinta – que consta as obrigações do Atlético – do convênio firmado em setembro de 2009 entre o Estado do Paraná, a Prefeitura de Curitiba e o clube. “Neste termo aditivo, eu e os outros 25 vereadores sugerimos que a emissão do CVCO esteja condicionada ao prévio pagamento dos valores que o município pagou pelas desapropriações com as devidas correções monetárias”, explicou Côrtes.

O convênio tripartite estabelece que o Atlético deve ressarcir os cofres públicos até o dia 31 de dezembro de 2014. “A questão dos valores está muito solta nesse convênio”, avalia o vereador.

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