Tricolor terá nova dupla de ataque contra o ABC

Pela primeira vez na “era” Roberto Fonseca, o centroavante Giancarlo não estará em campo. Contestado por muitos torcedores, o atacante é, na visão do treinador, uma referência ofensiva.

“Não temos, no elenco, um jogador com as características dele. Quando cheguei, todos reclamavam que o Paraná não sabia segurar a bola no ataque. Pois é exatamente isso que o Gian faz”, defendeu o técnico, lembrando que hoje o time terá uma postura diferente.

“O Hernane não é atacante de ficar enfiado lá na área adversária. Então, o time precisa de um ajuste. É claro que, em alguns momentos, caberá ao Hernane se adaptar à forma do time atuar”, ressaltou o treinador paranista.

Aos 25 anos, Hernane chega com a fama de goleador. No Paulista de Jundiaí, fez dez gols no ano passado (na disputa da Copa Paulista) e repetiu a dose (balançando as redes sete vezes) no último Paulistão.

“O Paraná abriu suas portas para mim e espero retribuir com um bom futebol e com gols”, disse Hernane. “O grupo me recebeu muito bem e estamos numa boa colocação. Então, é não deixar o ritmo cair para fecharmos bem o primeiro turno”, ressaltou.

Hernane sabe que terá que superar a falta de entrosamento com os novos companheiros, em especial Borebi, Welington e até mesmo Jefferson Maranhão. “Temos conversado muito nos últimos dias. Em campo, a gente compensa tudo isso com muita raça”.

Na teoria, com Hernane e Borebi, o Paraná terá maior mobilidade ofensiva e “poder de fogo” já que os dois atacantes, por característica, arriscam bastante os chutes de média distância. “Temos que trazer o torcedor para o nosso lado, pressionando desde o primeiro minuto de jogo”, arrematou Borebi.

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