A quatro dias da abertura da Copa do Mundo no País, a presidente Dilma Rousseff afirmou neste domingo ter certeza de que o evento vai ser “uma festa”. “E é fundamental que as pessoas tenham direito a usufruir dessa grande festa que começa nesta semana”, disse a presidente. Em Minas Gerais, terra do tucano Aécio Neves, um de seus maiores adversários nas eleições presidenciais deste ano, a presidente criticou a falta de investimentos em mobilidade no passado e defendeu as obras realizadas pelo governo do PT para este evento.

“Quando o turista for embora dessa cidade, não vai levar na mala nem estádio nem as obras do BRT”, disse a presidente, que participou neste domingo, em Belo Horizonte, da inauguração do Centro de Controle Operacional de Tráfego. Segundo ela, a Copa teve a função apenas de acelerar as obras. “Mas, mesmo considerando que aqui ou perto do Mineirão vai haver grande melhoria na mobilidade, as obras não foram feitas para o uso exclusivo na Copa”, completou Dilma, dizendo que as benfeitorias vão ficar de “legado” para a população.

A presidente aproveitou para pedir uma recepção “calorosa, humana e respeitosa” aos turistas. “O Brasil foi o único País que participou das 20 Copas. Em todas as vezes, em todos os países quando visitamos, fomos muito bem recebidos”, disse. “Tenho certeza de que vamos mostrar um evento de alegria, de força e de civilidade no Brasil.”