Scheidt não pára. Depois do prêmio volta à água

São Paulo – Mal terminou de saborear a eleição de melhor velejador do mundo em 2004, segundo a Federação Internacional de Vela (Isaf) e o bicampeão olímpico e hepta mundial da classe Laser Robert Scheidt vai voltar a competir. Scheidt desembarca no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na manhã desta quinta-feira, e tem pela frente o campeonato do 7.º Distrito de Star, entre sexta e segunda, no Rio de Janeiro. Robert e o proeiro Bruno Prada, que já tem garantida vaga no mundial da categoria, em janeiro, na Argentina, vão disputar sete regatas.

Na noite de terça-feira, no Teatro Cirkusbygningen, em Copenhague, na Dinamarca, Robert recebeu o troféu de melhor do mundo das mãos do príncipe Fredrik, repetindo a conquista de 2001. “Ganhar esse prêmio pela segunda vez é mais especial. Principalmente por ser um ano olímpico, com todos os medalhistas de ouro brigando por esse título”, contou Scheidt, de 31 anos, patrocinado pelo Banco do Brasil, Medley Genéricos, Varig e Volvo Car Brasil e integrante da Equipe Petrobras de Vela.

No momento de receber o troféu, Robert foi aplaudido de pé pela platéia. Estavam presentes na cerimônia personalidades da vela no mundo; casos do neozelandês Russell Coutts, também eleito duas vezes o melhor do mundo, da norueguesa Siren Sundby, vencedora no ano passado, e da lenda dinamarquesa Paul Elvstrom, dono de quatro medalhas olímpicas de ouro.

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