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De Letra

São Paulo diz que não tinha como segurar Aloísio

O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, garante que não tinha como segurar Aloísio. A proposta tentadora do futebol chinês fez com que o jogador optasse por mudar de ares, mesmo tendo sido considerado o melhor atacante do elenco na temporada e acabado o ano em alta no clube.

Segundo Juvenal, cláusulas contratuais fizeram com que o São Paulo não tivesse como segurar o atleta, a menos que desembolsasse um caminhão de dinheiro. “Reclama-se da venda do Aloísio, mas a situação não era fácil. No contrato dizia que se alguém fizesse uma proposta de 5 milhões de euros (R$ 16,2 milhões), tínhamos duas opções: ou pagar esse valor à vista ou deixá-lo ir, mas com a possibilidade de comprar 30% além dos 20% a que tínhamos direito nesse primeiro contrato. Foi o que fizemos”, contou o presidente.

Aloísio aceitou a proposta do Shendong Luneng (time que será dirigido por Cuca, ex-técnico do Atlético-MG) e vai receber um salário de aproximadamente R$ 350 mil por mês, bem mais do que ganhava no Morumbi. O São Paulo deve ficar com R$ 8 milhões na negociação, sem descontar o valor da compra de parte dos direitos. “Não tínhamos como pagar aquele dinheiro à vista”, disse Juvenal, que não desistiu de contratar um reforço de peso para o ataque são-paulino. O nome dos sonhos é o chileno Vargas, que disputou o Brasileirão pelo Grêmio e pertence ao Napoli, da Itália.

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