O Santos promete repetir a estratégia que deu certo contra o Chivas Guadalajara, do México, na última terça-feira (4), para vencer o Noroeste,neste domingo (9), na Vila Belmiro: jogar com simplicidade e muita garra para compensar a falta de qualidade e de entrosamento. É a confissão de que nem na lendária Vila Belmiro, onde dificilmente é derrotada, a equipe santista pode se sentir superior diante de adversários considerados de menor expressão.

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Não dá para ser diferente diante da pressão. Ao contrário da situação cômoda em se encontra na Taça Libertadores da América – é o líder do Grupo 6, com quatro pontos em dois jogos -, e depois de ensaiar uma recuperação com duas vitórias seguidas em casa, o time voltou a despencar na classificação com o fiasco em Sertãozinho, na rodada passada. E se não somar três pontos amanhã, corre o risco de outra vez fazer parte do grupo dos quatro candidatos à queda para a série A2. Para mudar esse difícil quadro é preciso ganhar hoje e na quinta-feira contra o Mirassol, também na Vila Belmiro.

No treino deste sábado (8), no CT Rei Pelé, Leão levou os laterais – inclusive Kléber, que se recupera de uma cirurgia no abdome -, meias e atacantes para um dos campos e durante mais de uma hora ensaiou passes, cruzamentos e finalizações. O lateral não está concentrado e tem poucas chances de voltar até contra o Mirassol quinta-feira à noite, na Vila.

Os demais jogadores disputaram um `rachão’. Rodrigo Souto, que está sendo negociado com o Lokomotiv, de Moscou, por seis milhões de euros, treinou normalmente. A diretoria continua dizendo que não recebeu nenhuma proposta oficial pelo volante, que pode fazer hoje o seu último jogo pelo Santos.

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