A fase do Rio Branco não é nada boa fora das quatro linhas. Após ser desclassificado da Copa do Brasil, por decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), pelo uso irregular de jogadores, o clube parnanguara tem ameaçada a sua participação na 2.ª fase do Estadual. O J. Malucelli aguarda o despacho do presidente do Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná, José Roberto Hagebock, para saber se tem direito à vaga do Rio Branco. De acordo com o representante do Jotinha, advogado Cúnico Bach, o prazo para Hagebock deferir ou indeferir o pedido termina hoje. Ontem, Bach protocolou mais um pedido de petição no TJD paranaense.

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O pedido do Caçula baseia-se no veredicto dado pelo STJD sobre o uso de jogadores irregulares pelo Leão da Estradinha. Cúnico Bach explicou que logo depois de tomar conhecimento da decisão do STJD, em 15 de março, o J. Malucelli solicitou a abertura de inquérito contra o Rio Branco. No dia seguinte, o advogado reiterou o pedido de liminar. ?Quem dá condições de jogo ao atleta é a CBF e não a Federação?, explicou.

Bagunça

O J. Malucelli quer que o Leão da Estradinha seja desclassificado da 2.ª fase do campeonato e que o Caçula assuma o lugar, o que provocaria uma nova bagunça no Estadual, com a anulação de jogos já realizados.

Segundo o advogado do Jotinha, há o temor de que o julgamento seja postergado para depois do término do campeonato e o clube prejudicado. ?Há prazos para serem apreciados e se houver irregularidades vou tomar as medidas cabíveis junto ao STJD?, informou Cúnico. Isso ocorrerá se Hagebock não se posicionar hoje.

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